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Archive for the ‘DI’ Category

Cobertura da cobertura do SENAED

28/04/2011 2 comentários

Encontros presenciais são e deverão continuar a ser um dos formatos mais importantes para discussões sobre educação. Nacionais ou regionalizados eles agregam as cabeças pensantes dentro de cada temática e esta agregação provoca a emergência (palavrinha imprescindível nos discursos contemporâneos) de debates que dificilmente se consegue em encontros virtuais (ainda não).

Mas o melhor de tudo é que não existem mais encontros presenciais dissociados de um a companhamento online, e ai esta se vendo uma emergencia ainda mais rica, trazendo para o debate aqueles que não puderam estar presentes fisicamente e que participam através dos diversos canais de comunicação “virtuais”.

É o que acontece em muitos congressos e seminários e nesta semana, com o Seminário Nacional ABED de Educação a Distância (SENAED)  que esta ocorrendo em João Pessoa, esta acontecendo o encontro do “real com o virtual”.

Através de twitter ( @hercilioms, @maysaab, abed ,  entre inumeros outros twiteiros,  com a hashtag #8senaed), de blogs (Aquifolium e Mattar),  do (ou seria da) facebook, do flickR da abed, entre outros instrumentos de comunicação social, centenas, talvez milhares de pessoas estão acompanhando o evento a distância, de seus ambientes de trabalho, suas casas, seus aparelhos móveis, e quem sabe lá mais o que.

E aqui neste blog, esquecido pelo próprio blogueiro, sobre nosso #easdsunday de todo santo dia, vou tentar fazer uma cobertura das coberturas online do SENAED, pelo menos do primeiro dia.

Começou com as falas de:

  • Mariana Raposo, do SESI da Paraíba sobre Necessidades e Expectativas das indústrias da Paraíba em relação ao e-learning.
  • Lea Depresbiteris sobre Formação de Competências em EaD.
  • Vani Kenski: Design Instrucional – novos desafios para a EaD.

Da palestra inicial ficam duas constatações: dificuldade de acesso nas industrias, com poucos espaços dedicados, e o potencial para as tecnologias móveis.
Me parece que as constatações não fazem muito sentido por serem antagonicas. Mas eu não estava lá então fica aberto para quem esteve lá.

Na segunda fala a minha contrariedade foi em relação a colocação da palestrante de que não existe distinção entre habilidade e competência. Quem concorda? Quem discorda? Eu discordo!
E “faço a defesa na própria colocaão feita de que “A Competência básica em EaD é a integração dos meios”. Para que isto ocorra é preciso que:  se CONHEÇA os meios e mais do que isto seus usos pedagógicos; se desenvolva as HABILIDADES necessárias para utilizar/usar/ operar estes meios; e principalmente se tenha ATITUDE para integrar o CONHECIMENTO e a HABILIDADE  no processo pedagógico.

Na fala da prof. Vani aproveito para colocar algumas contribuições de colegas no twitter.


Agora tá ficando com cara de #eadsunday

Na segunda parte composta por varios eventos, parece  que todos, pelo menos no twitter, foram ao debate sobre o termo “TUTOR e suas habilidades.” Assita e leia uma sequencia de tuites sobre este debate:

E ainda neste tema, temos um bom resumo no blog do prof. João Mattar que esta coordenando este evento no SENAED.

Categorias:#eadsunday, DI, EaD

Domingo na EaD: DI or not DI? que questão!

Boa semana, ou quase final de uma nova semana a todos os colegas 2.0! ♥

No último final de semana, a turma do #eadsunday andou a mil rotações por segundo produzindo um verdadeiro compartilhamento de idéias e conceitos, implodindo e reconstruindo conceitos em torno do tema “Desing Intrucional (DI)”.

A nomenclatura, a função, a interpretação institucional, mercadológica e acadêmica deste profissional da educação passaram por um pente fino pelos profissionais e colegas educadores @erionline, @DaisyGrisolia, @thbeth, @joaomattar, @rtracten, @antoniaalves entre outros. E eu não estava lá, tive que viver da leitura das tuitadas e me  senti provocado a participar.

Resumidamente, eu enquanto professor/aprendiz tenho como preocupação central a aprendizagem (minha e de meus alunos), e muitas vezes esta aprendizagem não esta diretamente relacionada a conteúdos, mas sim a percepção pelos atores das atitudes necessárias a formação de um ser social, em primeiro plano, e de um ser profissional, como consequencia do ser social.

Meu raciocinio sofre algumas restrições baseado no fato de minha atuação ser no ensino superior (últimos 10 anos) e dentro de empresas (últimos 25 anos)  e de ter trabalhado sempre com pequenos grupos de alunos nestes dois ambientes (no máximo 35 alunos). Além de que estes ambientes tem características bem diferentes em relação a outros níveis de ensino onde me falta experiência como educador .

Dito isto, vamos em frente que atras vem gente. Que tal uma olhada geral no úlimo #eadsunday:

clique na imagem p/ ampliar, ....origem: @DaisyGrisolia

Visão análitica do #eadsunday 27/11/20101

clique na imagem p/ ampliar, ....origem: http://archivist.visitmix.com

Acompanhe a discussão: resumo (12 páginas) dos tuites sobre DI (de 26/11 a 01/12) ou pela hashtag #eadsunday de qualquer hora e lugar lá no twitter. Veja tbém a contrbuição de nossa colega @DaisyGrisolia lá no NexPeople.

E o começo da discussão foi sobre a nomenclaura. DI remete muito mais a instrução pré programada (que foi a  origem do design instrucional lá no século passado, qdo nem existia  uma percepção da importância das tecnologias na educação) do que a aprendizagem e esta foi uma concordância entre os participantes.

Em seguida passamos a questões sobre a função do DI, o DI e as ferramentas tecnológicas disponíveis, o DI e a web 2.0 onde o aprendiz é buscador e produtor e não mais um mero recebedor de conteúdos.

Em relação a estes questionamento gostaria de posicionar, antes de voltarmos ao #eadsunday,  a opinião de duas especialistas na área de DI, as professoras Vani Kenski e Andrea Filatro que ampliam o conceito do termo instrucional tentando abstrair seu aspecto reducionista ( http://ow.ly/3i56e ) .

Vani: “O designer instrucional tem atribuições como planejar o conteúdo, executar o curso e, até, avaliar o aluno. Esses processos atualmente são realizados por profissionais que têm uma formação predominantemente tecnológica e não tem pedagógica. É preciso articular esse diálogo entre os profissionais tecnológicos e os da área pedagógica”
Filatro: o design se confunde um pouco com a didática do ponto de vista que “[…] ambos se ocupam de questões de planejamento e implementação de situações de ensino-aprendizagem”

Observando que estas colocações foram feitas a mais de meia década atrás, e de lá para cá muita coisa mudou e muita coisa continua na mesma

No embate conceitual o @joaomattar e o o @erionline tomaram conta da discussão e trouxeram posicionamentos e conteúdos importantes sobre o tema. O @joaomattar com uma visão mais de aplicação, e seu conceito de aututor, e o @erionline com uma visão mais conceitual do papel do DI. Mais tarde, na terça feira o @rtracten colocou uma visão de quem atua diretamente em cursos de formação de DI.

Links interessantes desta discussão:

  1. as influências teóricas do DI – http://bit.ly/d0ghCz (2006)
  2. questionando a nomenclaura:
    http://ow.ly/3gfTD Educating the next Generation (2005)
    http://ow.ly/3gfSa Curriculo Design for the next century (+/- 2006)
    http://ow.ly/3gfSx A Learning Theory for 21st-Century Students (+/- 2009)
    http://ow.ly/3gfSI Games as an Ideal Learning Environment (2008)
    http://ow.ly/3gfTc Designing Learning Spaces for Instruction, not Control (2009)
  3. Resenha de livros
    primeiro livro da Filatro: http://ow.ly/3gfY5
    livro em ingles: http://ow.ly/3gg5X
  4. Construtivism e cognitivism http://ow.ly/3gfZm

Como resultado  deste embate ficou acertado que o @joaomattar vai avaliar junto a ABED um evento ou mesa redonda ou videoconferencia ou um ringue para debatermos o assunto DI.  De antemão foram sugeridas as participações da Vani Kenski @vannitas, Andrea Filatro @andreafilatro, Ana Beatriz @anabee, Eliane Schlemmer @ElianeSchlemmer, Marcos Silva @Marcoparangole,  Régis Tractenberg @rtracten, além dos contendores @joaomattar e @erionline.

Ao final do debate, que ainda ñ foi finalizado, ficaram claros dois posicionamentos:

  1. o DI como função de apoio ao processo de aprendizagem
  2. O DI como competência de um novo professor/tutor

Pela minha experiência prático/teórica acompanhando tecnologias por mais de 30 anos, como instrutor de cursos sobre tecnologia e gestão para empresas por mais de vinte anos, onde comecei como instrucionista, passei para construtivista e nos últimos tempos conectivista, e minha experiência docente no ensino superior vou mais pela linha do prof. João Mattar (posicionamento 2), que me  parece utópica, mas pode vir a ser realidade a medida em que uma nova geração de professores encontrem um currículo mais dinâmico e adequado a uma atuação conectada com as necessidades das gerações conectadas que estão e estarão no processo de aprendizagem formal. Será que o processo continuará tão formal?

Finalizando, ainda tivemos alguns toques em relação a dois temas: Educomunicação e Conectivismo, que devem emergir nos próximos #eadsunday

E para não ficar muito no textual, que tal um videozinho de 2007 sobre tecnologias na educação en espanha.



 

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EaDSuNdAy em um clima de euforia portenha!

Fim de semestre, avaliações sendo corrigidas/finalizadas, Brasil e Argentina fora da copa, e principalmente #eadsuday correndo solto.

Entonces vamos que vamos:

Avaliações finais do semestre – pedagogia -4º período / fundamentos e políticas da EaD

  • a maioria das disciplinas em EaD pecaram pela falta de criatividade e iniciativa dos professores
  • professor despreparado, ensino desvirtuado
  • internet possibilita a articulação de novas linguagens e formas de apropriação do conhecimento
  • o perigo da internet e ser um desserviço para a educação e um espaço a serviço da “burrice”
  • internet torna a comunicação mais dinâmica rompendo fronteiras …
  • internet facilita o acesso a informações, e a troca de experiências e conteúdos
  • internet facilita desvios de atenção e dispersão ….. e foco excessivo no uso das ferramentas
  • EAD como modalidade de ensino precisa de espaço e credibilidade

Brasil e Argentina

Os dois prepotentes agora deveriam torcer pelo Uruguai, mas …

EaDsUnDaY

Pelo jeito esta todo mundo fechando as notas do semestre, menos o João que já deve ter fechado hehehe.

E para não perder a viagem ao blog ai vão alguns links interessantes:

@anabee http://ow.ly/20oTj

  • políticas pedagógicas sócio iteracionistas, mas estratégias diametralmente opostas
  • equivoco corrente de usar TICS como maquinas de ensinar

@joaomattar: Revistas Abertas de Tecnologia Educacional http://ow.ly/26JG3
______              Revistas sobre Educação http://bit.ly/929TnT
______              Classic Texts and Manuscripts in Education http://ow.ly/26Ohv

  • para mestrandos e orientadores nas áreas de tecnologias educacionais e educação a distancia e online.

E a  temática do ano, Design Instrucional e teorias de uma(s) educação a distancia, também foi contemplada e merece destaque:

  1. @joaomattar Uma perspectiva chinesa para o design instrucional. Tam (2000) http://ow.ly/26TkM
  2. @acalderon52 @apisanty @mtonus: Universal Instructional Design Principles for Moodle http://dlvr.it/2J4F6
  3. @joaomattar Castell, Bryson & Jenson (2002) Object lessons: Towards an educational theory of technology. http://ow.ly/26TwM
  4. @joaomattar Moving from theory to practice in the design of web-based learning from the perspective of constructivism http://ow.ly/26Txt

E para quem quiser mais links, basta fazer a pesquisa por “#eadsunday http joaomattar” para os links do prf. Mattar, ou “#eadsunday http” para todos os twits com link.

pesquisa no twitter

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Discussões antigas sobre Instructional Design

O João deu uma dica interessante sobre as questões ligadas a desenho instrucional (em ingles), que me levaram a pesquisar mais fundo (na velocidade da net), e ao buscar referencias observei que a discussão é antiga, do milenio passado (in eglish too), pelo menos lá fora. Aqui dentro ainda estamos começando a pensar em …………….
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